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ABPA e Abiec mantêm projeções para exportações em 2017 após Carne Fraca

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) mantiveram suas projeções para o crescimento das exportações de carnes de frango, suína e bovina neste ano, mesmo após os embargos temporários por alguns países compradores como consequência da Operação Carne Fraca.

As associações confirmaram à CarneTec que, por enquanto, não irão revisar projeções.

A divulgação da investigação da Polícia Federal sobre irregularidades envolvendo alguns fiscais agropecuários federais e plantas frigoríficas em 17 de março teve um impacto menor que o esperado inicialmente nas vendas externas, conforme mostraram os resultados das exportações brasileiras de proteína animal em março.

A ABPA ainda espera que a exportação e a produção de carne de frango brasileira aumentem entre 3% e 5% em 2017 na comparação com 2016.

No primeiro trimestre, as exportações brasileiras de carne de frango acumulam alta de 3,8% nos volumes embarcados, a 1,079 milhão de toneladas.

Para a carne suína, a expectativa da ABPA é de crescimento de até 5% nas exportações e de até 2% na produção. No trimestre, os volumes exportados do produto sobem 8,7%, a 179,2 mil toneladas.

A Abiec também informou que mantém suas projeções de crescimento de 9% em faturamento e 11% no volume das exportações de carne bovina neste ano.

Fonte: ROCHAS, Anna Flávia (2017). Site Carnetec: Notícias da Indústria. ABPA e Abiec mantêm projeções para exportações em 2017 após Carne Fraca. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/72731.


Ital promove seminário sobre carne segura na 3ª-feira desta semana

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, em parceria com a BR Quality, promove o “2º Seminário SGSA: Nossa Carne é Segura, Sim”, na terça-feira (18), na sede do instituto, em Campinas (SP). A ação dará continuidade ao Projeto Brasil Processed Food 2020: A Importância dos Alimentos Processados para a Sociedade.

Os participantes contarão com oito palestras sobre diferentes temas: aditivos, segurança dos alimentos, tendências, tecnologias entre outros. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. Os interessados em participar podem entrar em contato pelo website: www.brqualityconsultoria.com.br e realizar a inscrição. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (32) 3236-5469.

Resposta

O objetivo do evento é gerar conteúdo e informação correta e segura para o público, após as informações divulgadas pela Polícia Federal durante a Operação Carne Fraca. “A cadeia produtiva da carne é legítima e todas as atividades passam por planejamento, manejo e controle do rebanho. Desde o antes até o depois da porteira. Nosso setor vem incorporando inovações tecnológicas, sendo extremamente competitivo com outros países produtores e se destacando como principal fornecedor de alimentos no futuro próximo. A imagem da carne brasileira, que movimenta cerca de 40% do agronegócio do país, não pode ficar ao relento”, disse Luis Madi, diretor-geral do Ital, em nota.

Segundo Ana Lucia da Silva Corrêa Lemos, pesquisadora e diretora do Centro de Tecnologia de Carnes (CTC) do Ital, a qualidade das carnes e dos produtos processados brasileiros é inquestionável. “Para conquistarmos mercados externos como conquistamos, não pudemos ser iguais a eles, tivemos de ser melhores. Já visitei muitos frigoríficos no exterior e as plantas brasileiras exportadoras de carnes são superiores. Além disso, na cadeia de aves e suínos, nós temos um sistema de integração que conhecemos desde o animal até o produto final: sabemos quem é o produtor, as rações usadas na alimentação, os medicamentos, tudo. Isso aumenta demais a segurança”, destacou.

Atualmente, o agronegócio brasileiro representa 22% do Produto Interno Bruto (PIB), 21% dos empregos e 37% das exportações. O Valor Bruto de Produção (VPB) da agropecuária (“dentro da porteira”) é estimado em R$ 547 bilhões em 2017. Desse total, as carnes (bovina, frango e suína) representam R$ 137,3 bilhões (24,7% do VPB). “Somos o segundo maior produtor de carne bovina, terceiro de frangos e quarto de suínos; e os primeiros exportadores de carne bovina e de frango e quarto de carne suína. Isto representa cerca de US$ 12 bilhões por ano”, relembrou Ana Lucia.  

“É um direito do consumidor ter tranquilidade no momento de comprar carnes, confiando que são produtos seguros, saudáveis e saborosos para ele e toda família”, finalizou Madi.

Fonte: Editores de CarneTec Brasil (2017). Site Carnetec: Notícias da Indústria. Ital promove seminário sobre carne segura na 3º feira desta semana. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/72734.


Exportações globais de carnes alcançam US$ 1,3 bilhão em março, alta de 9%

As exportações somadas de carnes bovina, suína e de aves atingiram US$ 1,35 bilhão em março, com aumento de 9,2% ante o resultado de US$ 1,23 bilhão verificado no mesmo mês do ano passado.

Os números foram divulgados na quarta-feira (12) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Houve retração de 5,2% no volume comercializado, com 591,72 mil toneladas, e elevação do preço médio dos produtos do setor à taxa de 15,2%. O principal item negociado no mês foi a carne de frango, com US$ 644,15 milhões (+11,7%).

As vendas externas de carne bovina diminuíram 3,3% em valor, totalizando US$ 486,52 milhões. Em volume, houve queda de 11,2%, sendo embarcadas 121,03 mil toneladas.

As exportações de carne suína atingiram US$ 149,38 milhões (+37,9%), com queda de 4,8% no volume comercializado e elevação de 44,8% na cotação do produto no período.

As vendas de carne suína in natura atingiram recorde em valor para o mês de março com o total de US$ 138,31 milhões. Já as exportações de carne de peru alcançaram o valor de US$ 35,37 milhões (+55,8%) com o embarque de 13,65 mil toneladas (+19,6%).

Balança comercial

O agronegócio representou 43,5% do valor total das vendas externas brasileiras no mês passado. Os embarques do setor somaram US$ 8,73 bilhões – recorde para os meses de março –, com aumento de 4,6% em comparação aos US$ 8,35 bilhões alcançados em março de 2016.

Com as importações de US$ 1,39 bilhão, o saldo da balança comercial do agro foi de US$ 7,34 bilhões, com acréscimo de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

Fonte: Editores de CarneTec Brasil (2017). Site Carnetec: Notícias da Indústria. Exportações globais de carnes alcançam US$ 1,3 bilhão em março, alta de 9%. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/72688.


Exportações de carne suína caem 3,7% em março, mas sobem 8,7% no ano

As vendas externas de carne suína brasileira caíram 3,7% em volume no mês de março, na comparação com mesmo mês do ano passado, mas ainda acumulam alta de 8,7% no ano de 2017, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na quinta-feira (13).

Os embarques de carne suína (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 63,2 mil toneladas em março. Já no primeiro trimestre, o volume total exportado foi de 179,2 mil toneladas.

Em receita, houve alta de 38,3% nas exportações de carne suína em março, ante mesmo mês de 2016, para US$ 151 milhões. No trimestre, a alta do faturamento foi de 46,8%, a US$ 403,7 milhões.

“O fluxo das exportações de carne suína do Brasil vem em bom ritmo neste ano. Nosso maior importador, a Rússia, já demonstrou publicamente absoluta confiança na qualidade do produto brasileiro, que é monitorado pelas autoridades sanitárias do Leste Europeu e de todos os outros países importadores”, disse o  presidente executivo da ABPA, Francisco Turra, em nota.

“Por isto, acreditamos que os efeitos negativos causados pelos equívocos na divulgação da Operação Carne Fraca se dissipem rapidamente.”

A Rússia comprou 38% do volume total de carne suína exportada pelo Brasil de janeiro a março deste ano. As exportações para o país somaram 68,6 mil toneladas no primeiro trimestre, alta de 14% ante mesmo período do ano passado.

Já Hong Kong, segundo maior importador do produto brasileiro, comprou 37,7 mil toneladas, equivalente a 21,4% do total exportado pelo Brasil no trimestre. Esse volume representa uma queda de 13% em relação ao registrado no primeiro trimestre de 2016.

A terceira maior compradora, China, importou 15,5 mil toneladas de carne suína brasileira no período, um aumento de 42% na comparação anual. 

Já a Argentina, que é atualmente o quarto maior importador de carne suína brasileira, comprou 10,6 mil toneladas no primeiro trimestre, alta de 108%.

Fonte: ROCHAS, Anna Flávia (2017). Site Carnetec: Notícias da Indústria. Exportações de carne suína caem 3,7% em março, mas sobem 8,7% no ano. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/72689.

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