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Agronegócio responde por mais da metade de todas as vendas externas do Brasil em março

O agronegócio foi responsável por 52,2% de todas as exportações brasileiras no mês de março. O país vendeu ao mercado externo o equivalente a US$ 8,35 bilhões, alta de 5,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. 

Esse valor é recorde para março, desde que começou a série histórica, em 1997. As informações são do site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgadas na sexta-feira (8). 

“Isso mostra a competitividade do nosso setor e a qualidade dos nossos produtos”, disse Tatiana Palermo, secretária de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Mapa. 

Os cinco principais setores exportadores foram o complexo soja (US$ 3,47 bilhões), carnes (US$ 1,24 bilhão), produtos florestais (US$ 823,59 milhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 737,29 milhões) e café (US$ 454,82 milhões). 

A carne de frango continua no topo da lista do segmento carnes, respondendo por US$ 576,68 milhões das exportações em março. Em seguida, vem a carne bovina, com US$ 503,67 milhões, e a suína, com US$ 108,3 milhões. 

A agropecuária também comemora recordes em volume de alguns produtos agrícolas. Em março, as exportações de soja chegaram a 8,4 milhões de toneladas. Já as de milho chegaram a 2 milhões de t, e as de frango in natura (carne fresca, congelada e refrigerada), 369 mil t. 

Os números, divulgados pela SRI na sexta-feira, mostram outro resultado positivo: a balança comercial do agro teve superávit no mês passado. As exportações superaram as importações em US$ 7,19 bilhões. “Nosso setor se destaca tanto na produção quanto nas exportações”, assinalou a secretária. 

Trimestre superavitário

Quando se analisa o primeiro trimestre de 2016, a balança agro também foi superavitária. As vendas ao mercado externo ultrapassaram as importações em US$ 17 bilhões. 

No período, as exportações brasileiras somaram US$ 20,03 bilhões, alta de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado. “Enquanto a Organização Mundial do Comércio está prevendo aumento de 2,8% no comércio mundial, crescemos três vezes mais”, comparou Tatiana. 

No setor de carnes, a quantidade exportada atingiu o valor de US$ 3,21 bilhões, sendo que o principal produto embarcado foi o frango, responsável por 45,9% das vendas do setor. 

O principal destino das exportações do agronegócio continua sendo a China: US$ 4,29 bilhões no primeiro trimestre de 2016. Só de soja, o país asiático comprou US$ 2,98 bilhões. 

Entre os principais blocos econômicos e regiões, a Ásia foi o mercado que mais comprou produtos do agronegócio do Brasil entre janeiro e março (US$ 8,87 bilhões), sobretudo soja e milho. 

Segundo Tatiana, o câmbio favorável e a diversificação de mercados pelo Brasil contribuem para os bons resultados das exportações do agronegócio. A secretária lembrou ainda que os índices de preços internacionais dos alimentos chegaram ao patamar recorde em fevereiro de 2011. Mas, a partir dessa data, as cotações regrediram 30% até fevereiro de 2016. 

“Mesmo com essa situação desfavorável, conseguimos aumentar nossas vendas no mercado externo em faturamento e quantidade. O setor agropecuário se tornou essencial para o crescimento da economia brasileira”.

Fonte: Editores de CarneTec Brasil (2016). Site Carnetec: Notícias da Indústria. Agronegócio responde por mais da metade de todas as vendas externas do Brasil em março. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/65736.


 

Abiec reafirma previsão para exportações de carne bovina em 2016 após resultado do 1T

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) reafirmou a expectativa de faturamento do setor com exportações neste ano após o forte aumento dos embarques no primeiro trimestre.

A associação mantém a perspectiva de faturamento com vendas externas em 2016 de US$ 7,5 bilhões, referente a 1,76 milhão de toneladas de carne bovina, informou em comunicado na quarta-feira (13). 

Nos primeiros três meses deste ano, as exportações de carne bovina brasileira (incluindo in natura e processada) somaram 367 mil toneladas, alta de 15,9% na comparação com o registrado em igual período do ano passado. O faturamento foi de US$ 1,384 bilhão, ante US$ 1,367 bilhão nos primeiros três meses de 2015. 

Somente em março, a indústria brasileira faturou US$ 518 milhões com as vendas externas de carne bovina, tendo embarcado 140 mil toneladas. Esses valores representam altas de 7,8% e 21,4%, respectivamente, na comparação anual.

As exportações também estão crescendo mês a mês neste ano e março foi o melhor mês para os exportadores brasileiros, informou a Abiec. 

Hong Kong, Egito, União Europeia e China continuam sendo os principais importadores de carne bovina brasileira. 

A aceleração das exportações de carnes tem colaborado para escoar a produção e melhorar o faturamento da indústria frigorífica, já que o consumo no país está em queda em momento de crise econômica.

Fonte: ROCHAS, Anna Flávia (2016). Site Carnetec: Notícias da Indústria. Abiec reafirma previsão para exportações de carne bovina em 2016 após resultado do 1T. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/65774.


 

Banco regional de vacinas contra aftosa é prioridade da América do Sul

A Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa) deve concluir a discussão regional sobre o projeto de constituição e gestão de seu banco regional de vacinas e estabelecer os requisitos de biossegurança e mecanismos de avaliação para seu funcionamento. Além disso, vai formar um grupo de especialistas para definir as exigências que permitam revisar as restrições impostas ao manejo de cepas exóticas do vírus da aftosa na região. 

As decisões foram tomadas durante a 43ª reunião ordinária da Cosalfa, nos dias 7 e 8 de abril, em Punta del Este, no Uruguai. Os participantes do encontro aprovaram ainda a avaliação dos riscos de persistência do vírus da aftosa e as estratégias de gestão desta ameaça. Também ficou acertado que o Brasil sediará a próxima edição do evento, em 2017. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi representado pela Coordenação-Geral de Febre Aftosa. 

 Nesses dois dias foram debatidos outros temas estratégicos preparatórios para a última fase do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (Phefa) na região, como a aplicação da guia técnica regional no processo de transição de zonas livres dos países sul-americanos. 

A estruturação de banco de vacinas e antígenos e os riscos de persistência do vírus foram igualmente debatidos. Também foram discutidas as ações nos países que ainda não são reconhecidos como livres de febre aftosa, como Suriname e Venezuela, assim como o apoio do setor privado para enfrentar os desafios futuros do processo final de erradicação da doença no continente. 

O encontro também serviu para avaliar a revisão da situação atual dos programas de controle e erradicação da febre aftosa na América do Sul e no Panamá, cujo avanço representa 85% do território e 95% da população bovina com o status livre de febre aftosa com ou sem vacinação. 

A reunião contou com a participação dos chefes dos serviços veterinários dos ministérios da agricultura da América do Sul e do Panamá e dos representantes do setor privado, responsáveis pela cadeia produtiva de animais. Também estiveram na reunião funcionários do setor público e privado, membros de universidades, cientistas e organizações não governamentais e internacionais.

Fonte: Editores de CarneTec Brasil (2016). Site Carnetec: Notícias da Indústria. Banco regional de vacinas contra aftosa é prioridade da América do Sul. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/65760.


 

 

Carne do Mercosul enfrenta oposição de produtores na UE, com retomada de negociação para livre comércio

A abertura do período de trocas de ofertas entre o Mercosul e a União Europeia (UE) para um amplo acordo de livre comércio entre os blocos é positiva para a indústria de carnes brasileira, por representar a retomada de negociações após mais de dez anos desde o início do processo. Mas um acordo relacionado aos produtos agropecuários, incluindo as carnes, já enfrenta forte oposição de produtores agropecuários na UE.

Na segunda-feira (11), a associação de produtores agropecuários europeia Copa-Cogepa emitiu comunicado se posicionando contra um eventual acordo que teria um “impacto catastrófico” para o setor agropecuário europeu.

Segundo a Copa-Cogepa, 86% da carne bovina importada pelo bloco e 70% da carne de frango já vêm dos países do Mercosul. “Eles, portanto, não precisam de cotas extras livres de tarifa para aumentar o seu comércio para a UE…”, disse a associação no comunicado.

O período de troca de ofertas entre Mercosul e UE deverá ocorrer na segunda semana de maio, conforme informou o Mapa. Nessa etapa, ambos os blocos apresentam suas pautas de propostas para definição das cotas que serão permitidas no livre comércio.

Embora ainda não haja previsão sobre se e quando um amplo acordo de livre comércio possa ser alcançado, essa etapa da negociação deve colocar na mesa o pedido do Fórum Mercosul da Carne para que o bloco possa vender até 300 mil toneladas de carne bovina por ano, sem tarifas, para a UE. Os exportadores brasileiros teriam 48% dessa cota.

“A troca de ofertas é importante porque eles (UE) vão olhar cada tipo de produto e ver o que pode ser feito imediatamente”, disse o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Fernando Sampaio, à CarneTec, na quinta-feira (14). “O que houver de divergência, terá que haver negociação para se chegar a um meio-termo”.

Sampaio reconhece que negociações relacionadas ao setor agrícola são um ponto sensível nesse tipo de acordo, já que a Europa também é grande produtora neste segmento.

Independentemente dessas negociações de livre comércio, o setor de carnes brasileiro tem diversas pendências com a UE, incluindo divergências relacionadas às questões sanitárias. “Achamos que uma coisa ajuda a outra. Com esse acordo do Mercosul, talvez a gente consiga acelerar a parte de restrições sanitárias”, disse Sampaio.

O diretor da Abiec avalia que o Mercosul tem sido ineficiente em fechar acordos de livre comércio e que um potencial acordo com a UE pode “dar ânimo” ao bloco para prosseguir em busca de novos convênios. Segundo Sampaio, existem negociações do Mercosul já iniciadas com Canadá, Tunísia, com um bloco de países europeus fora da UE (Noruega, Suíça e outros).

 Abertura do mercado dos EUA

O setor de carnes brasileiro ainda aguarda neste ano a conclusão da abertura do mercado dos Estados Unidos à carne bovina in natura brasileira.

Segundo Sampaio, o Brasil ainda precisa mandar uma missão veterinária para os EUA e os norte-americanos também precisam vir ao Brasil para que se defina o padrão de equivalência sanitária entre os países.

A expectativa é de que essas visitas ocorram ainda no primeiro semestre para que haja a abertura definitiva.

Fonte: ROCHAS, Anna Flávia (2016). Site Carnetec: Notícias da Indústria. Carne do Mercosul enfrenta oposição de produtores na UE, com retomada de negociação para livre comércio. Recuperado a partir de http://www.carnetec.com.br/Industry/News/Details/65806.

15 de abril de 2016

Notícias do Mercado – 15.04.16

Agronegócio responde por mais da metade de todas as vendas externas do Brasil em março O agronegócio foi responsável por 52,2% de todas as exportações brasileiras […]
15 de abril de 2016

OFÍCIO – AFRIG nº 10/2016 – Circular Belo Horizonte, 15 de abril de 2.016

Prezados Associados: Convocamos V.Sas para uma Assembléia Geral Ordinária/ Extraordinária, a realizar-se no dia 28.04.2016, quinta – feira, com início às 14:00 horas, em nossa sede, […]
13 de abril de 2016

Programa de Controle de Alergênicos

Prezados, Segue anexo a proposta da ANVISA para o Programa de controle de Alergênicos aberta a contribuições No intuito de contribuir segue abaixo a informação. O […]
12 de abril de 2016

INFORME SANITÁRIO E MEIO AMBIENTE Nº 08 – 12.04.2016

IMA CRIA BOLETIM SANITÁRIO QUE VAI APRIMORAR A INSPEÇÃO DO ABATE DE SUÍNOS Em complemento do nosso Informe Meio Ambiente nº 06, sobre Boletim Sanitário de […]

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