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Afrig Fake News como seu frigorífico pode lidar com elas

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Afrig Fake News como seu frigorífico pode lidar com elas

Fake news: como seu frigorífico pode lidar com elas?

Nos últimos anos, a disseminação de fake news sobre fraudes alimentares, falsificação de produtos e pesquisas sobre os malefícios de determinados alimentos afetou não apenas o sistema alimentar, mas sua prevalência tem impactado negativamente a vida e o bem-estar de inúmeros consumidores, bem como o setor de frigoríficos.

De forma geral, as pessoas são facilmente atraídas pelas informações sobre saúde online e gostam de encaminhá-las para amigos ou familiares, por meio das redes sociais. O problema é que muita da informação disponível na internet não passa de rumores, boatos ou mesmo informações falsas, sendo compartilhadas intencionalmente ou não.

Com isso, diminuiu a confiança do consumidor na ciência, na indústria de alimentos e até mesmo nas normas regulamentadoras. Por isso, continue lendo para saber mais sobre o que é fake news e como lidar com elas. Acompanhe a seguir.

 

  • O que são fake news?

 

As notícias falsas denominadas “fake news” surgiram recentemente, com a popularização da internet. Muitas pessoas tendem a associar notícias falsas apenas a temas políticos, entretanto, a disseminação de informações falsas também existe na indústria alimentícia.

A todo momento as timelines são bombardeadas com “notícias” sobre alimentos que são “bons” ou “ruins” para a saúde. Um dia, a carne processada é ruim. No dia seguinte, não deve ser mais uma preocupação.

O fato é que as informações que são divulgadas nem sempre são verdadeiras ou completas. Muitos consumidores percebem essas afirmações como fatos, independentemente da falta de base científica.

Atualmente, grandes empresas de tecnologias colaboraram no desenvolvimento de ferramentas de avaliação e erradicação de fake news. Governos também tentam implementar medidas para responsabilizar pessoas que produzem e espalham maliciosamente fake news.

Exemplos de fakes news

Hoje, as redes sociais são mais redes emocionais do que necessariamente informativas. Normalmente, as fakes news são mensagens alarmistas, sem datas ou fontes confiáveis, têm informações vagas e contam com pedido de compartilhamento.

Recentemente, um vídeo muito compartilhado nas redes sociais fazia a equivocada denúncia de que supermercados brasileiros estavam vendendo ovos feitos de plástico, produzidos pela China.

Após milhares de visualizações, a empresa citada no vídeo foi obrigada a emitir uma nota explicando que o ovo era produzido no Brasil e que as características estranhas alegadas pela consumidora, como a casca de ovo mais dura, se deve ao fato de que ele estava fora do prazo de validade.

Outro exemplo surgiu durante a recente greve dos caminhoneiros. Uma mensagem circulando no aplicativo WhatsApp recomendava que ninguém consumisse carne depois que a greve terminasse, pois os baús estavam cheios de carnes descongeladas.

Mas, provavelmente, quem compartilhou a mensagem não sabia que esses caminhões possuem sistemas de refrigeração independente, mesmo com o caminhão parado. Além disso, quem seria o caminhoneiro que permaneceria em uma greve com um caminhão com forte cheiro de carne podre? E mais, nenhum supermercado se arriscaria em vender carne estragada, pois as multas de órgãos de fiscalização costumam ser bastante altas.

 

  • Como lidar com as fake news?

 

A disseminação dessa “desinformação” é preocupante porque diminui a confiança do público nas empresas de alimentos. Embora seja difícil combater as muitas opiniões negativas, as empresas precisam procurar novas maneiras de gerar confiança entre seus consumidores.

A boa notícia é que nem todos os consumidores são parecidos – alguns são muito mais suscetíveis a notícias falsas sobre alimentos ou desinformação do que outros. Os mais suscetíveis têm comportamentos diferentes na confiança de conteúdo de várias mídias digitais e tradicionais e diferem nos critérios usados para fazer escolhas alimentares. Por isso, as empresas podem criar campanhas dirigidas a esses grupos específicos.

Uma maneira de as empresas resgatarem essa confiança é investir na transparência, derrubando muitos dos equívocos que cercam o processamento de alimentos. Isso pode ser feito por meio de comunicações de marketing para associar ingredientes temidos ao que já é familiar e encontrado naturalmente em alimentos não processados.

Mensagens que associem ingredientes aos benefícios que os consumidores valorizam são mais eficazes do que tentar refutar pontos de vistas mal-informados. Além disso, mensagens mostrando como os alimentos são produzidos dentro de sua linha produtiva podem aumentar a confiança do consumidor no seu produto.

Por isso, é preciso desenvolver processos rápidos de resposta digital para refutar as fakes news. Felizmente, a tecnologia de hoje permite a detecção rápida de informações falsas que podem afetar seus negócios, garantindo que você possa realizar ações para impedir que uma informação falsa se alastre pela internet.

E você, tem enfrentado problemas com fake news? Como você tem combatido os boatos da internet sobre a indústria de alimentos? Compartilhe conosco nos comentários! Até a próxima!

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