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Certificação S.I.F.: por que ela é importante para frigoríficos?

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Certificação S.I.F.: por que ela é importante para frigoríficos?

 

Certificação S.I.F.: por que ela é importante para frigoríficos?

 

O Serviço de Inspeção Federal, conhecido como S.I.F., vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é responsável por assegurar a qualidade de produtos de origem animal comestíveis e não comestíveis, destinados tanto ao mercado interno quanto externo.

Atualmente, o S.I.F. tem atuação em mais de 5 mil estabelecimentos brasileiros. A sua confiabilidade é reconhecida no mundo inteiro, tanto que o Brasil exporta seus produtos de origem animal para mais de 180 países, se destacando como um dos principais exportadores mundiais, por transmitir uma segurança em relação aos seus produtos, entre outros motivos, devido à certificação S.I.F., algo que antes do rigor da certificação não possuía a mesma credibilidade.

A seguir, saiba mais sobre como funciona a certificação S.I.F.

 

A origem da certificação S.I.F.

O selo surgiu quando apareceu o primeiro regulamento para a criação do serviço de inspeção dentro dos estabelecimentos processados. Até recebê-lo, o produto passa por diversas etapas de fiscalização e inspeção, cujas ações são orientadas e coordenadas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, da Secretaria de Defesa Agropecuária.

Desde então, todos os produtos de origem animal precisam ser aprovados e receber a certificação S.I.F.

 

Como obter a certificação S.I.F.

Para obter a certificação S.I.F., é preciso cumprir normas do processo de aprovação, as quais começam com o pedido de aprovação do terreno, e que são aplicáveis a todas as indústrias que dependem de edificação para o seu funcionamento.

Nessa fase, pede-se que todos os documentos sejam anexados ao pedido inicial para aprovação do terreno, analisados e remetidos para o Dipoa (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) para aprovação prévia. Depois de analisado, o processo retorna ao demandante para fins de conhecimento e início das obras.

Lembrando de que a certificação de cada um dos tipos de proteína animal é diferente, tendo em vista que critérios e avaliações tendem a ser bastante exclusivos.

Cada estabelecimento tem sua exigência específica para cada produto, tanto para o mercado interno quanto para o externo. Portanto, faz-se necessário que os frigoríficos se adequem às regulamentações visando o atendimento da legislação de inspeção industrial e sanitária brasileira, além das normas sanitárias exigidas pelo país importador.

 

Principais certificações para frigoríficos

Para o mercado interno, a principal certificação é o S.I.F., vinculado aos Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), do MAPA. Esse certificado garante a qualidade do produto para o mercado interno e externo.

Já no caso de exportações de produtos de origem animal, há dois tipos de certificação: governamental e comercial. A primeira é de responsabilidade do Serviço de Inspeção Federal e trata-se da garantia dada pelo Brasil aos países importadores, ao indicar conformidade e inocuidade do produto exportado. Existem países que aceitam a legislação do Brasil como equivalente à sua própria e, dessa forma, quando um frigorífico tem interesse de exportar para lá, apenas solicita ao S.I.F. a emissão de CSI para aquele país e o S.I.F. emite o certificado.

Já as certificações para clientes específicos, por exemplo, cujas exigências não são sanitárias, mas sim comerciais, há um procedimento diferente. Faz-se a verificação das exigências legais mediante a contratação de auditoria independente, a qual emite seu parecer, que, por sua vez, é encaminhado ao comprador.

 

Quer saber mais sobre a certificação S.I.F. e outras certificações importantes para o seu frigorífico? Siga acompanhando nosso canal de conteúdo. Até a próxima.

 

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